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Uma visita ao Santuário da Mãe e Rainha - por Afonso Wosny

Fui ao Santuário da Mãe e Rainha no Jaraguá na semana passada pela primeira vez e a verdade é que essa visita não sai da minha cabeça e tenho pensado muito no que eu encontrei lá... Eu fui a esse Santuário porque o Fernando e a Renata, que pertencem ao movimento que está unido a esse Santuário, me disseram que era um lugar muito bonito, com um lindo jardim e que o Santuário era diferente de outras igrejas que estamos acostumados a ver.

Além disso, eu já tinha escutado os dois  falarem tanto desse Movimento, do Santuário, e da Mãe e Rainha que eu disse: “É isso aí! É hora de ir ver pessoalmente o que há de novo nessa famosa casa da Mãe e Rainha de Schoenstatt.” Então, eu peguei o endereço com os meus amigos e apesar de que eu moro em outra parte de São Paulo, parti para lá....

A primeira coisa que me chamou a atenção é que no estacionamento do Santuário tinha uma barraquinha com uma foto do Pe. Antonio Maria e eu pensei: “Nossa! Eu já vi esse padre tantas vezes na televisao e agora eu estou lembrando que ele faz parte do mesmo movimento que o Fernando e a Renata... ” “Mas, então, será que eles se reúnem aqui?

O caminho que leva ao Santuário já foi me chamando a atenção com os avisos, com os cartazes e com umas plantas que a mãe sempre fala que tem vontade de ter em casa, mas a minha grande emoção foi ao entrar no Santuário: “Não sei explicar como, mas experimentei a presença de Nossa Senhora nesse lugar como poucas vezes eu tinha experimentado na minha vida e além disso, vi lá aquela cruz tão bacana que tem Jesus e Maria juntos e que Maria está de pé com um cálice na mão.”

De repente, depois de alguns minutos rezando no Santuário, vejo que entram alguns rapazes com uma camiseta que dizia: “JUMAS- Schoenstatt” e eles comecam a cantar acompanhados do violão...Depois da música, um dos rapazes se aproximou ao altar do Santuário, pegou um papelzinho, anotou alguma coisa e colocou num jarro que estava no chão do Santuário e que dizia: “Nada sem nós, nada sem vós”. Eu pensei: “Deve ser para colocar algum pedido”. E fiquei com vergonha de perguntar o que era...

Havia passado já uma hora que eu estava lá rezando, admirando a beleza que eu tinha encontrado lá e eu pensei: “Realmente os meus amigos tinham razao! Este Santuário é diferente de todos os outros que eu já tinha visto. Vou voltar outra vez!

E quando eu estava saindo de lá, olhei de novo para o mural onde estavam vários avisos e vi um convite que eu não tinha visto antes: “A Família de Schoenstatt convida para a missa de Alianca nos dias 18 as 20:00 hs.” “Missa de Aliança? Será que eles abençoam as alianças dos que estamos casados?” E fui embora pensando: “Tanta coisa nova nesse Santuário...vou pedir pro Fernando e pra Renata que me contem um pouco mais sobre o Santuário e sobre essa missa de Aliança. Deve ter sido Deus que me inspirou essa visita porque alguma coisa nova ficou no meu coração...

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* Este artigo não relata uma história real. É simplesmente um conto que nos convida a experimentar a presença da nossa Mãe no Santuário.

Afonso Wosny é Seminarista do Movimento de Schoenstatt.

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Esta página foi atualizada em 26/07/07.

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